29 de mai de 2010

26 de mai de 2010

Ééé Jonh Piper.


 
John Piper tira suas merecidas ferias.
      John Piper, pastor da Igreja Batista Bethlehem, pediu um semestre sábado, de 1 de maio a 31 de dezembro de 2010, para submeter sua vida (“minha alma, meu casamento, minha família” e ministério) a uma revisão por parte do Espirito Santo.
Neste período, disse ele: “Não escreverei livros. Não haverá preparação de sermões ou pregações. Não escreverei nos blogs. Nem no Twitter. Não haverá artigos. Não haverá reportagens”. Só haverá uma exceção.
A carta em que Piper anuncia seu afastamento deve suscitar em todos os pastores uma meditação profunda. Ei-la:
“Como muitos de vocês já haviam escutado no sermão dos dias 27 e 28 de março, os presbíteros amavelmente aprovaram no dia 22 de março um recesso ministerial que me levará a me ausentar-me da [igreja batista] Bethlehem a partir de 1º de maio até 31 de dezembro de 2010. Entendemos que seria útil poder explicar isso por meio de uma carta que acompanhasse este sermão.
Pedi aos presbíteros considerar esse recesso devido a um crescente sentir no meu interior de que minha alma, meu casamento, minha família e o padrão que tenho levado no ministério necessitam de uma revisão de parte do Espírito Santo. Por um lado, amo o meu Senhor, a minha esposa, os meus 5 filhos e suas famílias, primeiro e antes de tudo; e amo meu trabalho de pregar, escrever e conduzir a Bethlehem. Eu espero que o Senhor conceda-me pelo menos 5 anos como o pastor de pregação e de visão [planejamento ministerial] na Bethlelem.
Mas, por outro, vi algumas manifestações de orgulho na minha alma que, ainda que não tenham chegado ao nível de me desqualificar do ministério, entristecem-me profundamente e têm cobrado um alto preço na mina relação com [minha esposa] Noël e outros que são muito queridos para mim. Como posso me desculpar com vocês, não por algo em particular, senão por defeitos que são contínuos em meu caráter e em seus efeitos sobre os demais? Falarei disso agora, e não duvido que terei de dizer novamente, “perdoem-me”. Como não tenho um fato específico ao qual apontar, simplesmente peço por um espírito de perdão. Asseguro-lhes o mais [firmemente] que posso que não estou fazendo as pazes, senão que estou em guerra contra meus próprios pecados.
Noël e eu estamos sólidos como uma rocha quanto ao nosso compromisso um com o outro, e não há uma pontinha sequer de infidelidade de nenhum dos dois lados. Mas, como disse aos presbíteros, “sólido como uma rocha” não é sempre uma metáfora que satisfaz emocionalmente, sobretudo a uma mulher. Uma rocha não é a melhor imagem da terna companhia de uma mulher. Em outras palavras, o precioso jardim do meu lar necessita ser cuidado. Eu quero dizer a Noël que ela é preciosa para mim de uma forma que, neste momento de nossos 41 anos de peregrinação, pode ser melhor dito ao retirar-me por um tempo de quase todos os compromissos públicos.
Nenhum casamento é uma ilha. Para nós isto é certo em dois sentidos. Um é que Noël e eu somos conhecidos tanto de dentro até a por fora por alguns amigos da Bethlehem – mais ainda por nossos colegas e amigos de há muito tempo, David e Karin Livingston, e logo por um grupo de mulheres confiáveis para Noël e de homens para mim. Prestamos contas, somos conhecidos, temos sido aconselhados e [eles] têm orado por nós. Eu estou profundamente agradecido pelo espírito de graça, transparência e confiança que existe entre a liderança da Bethlehem.
A outra forma em que nosso casamento não é uma ilha é que nossas fortalezas e debilidades têm sido conseqüências para os demais. Ninguém em nosso círculo familiar e de amigos permaneceu sem ser afetado por nossos defeitos. É minha oração que este recesso possa chegar a ser de sanidade a começar pelo interior da minha alma, por meio do coração de Noël, até alcançar a nossos filhos e respectivas famílias, e até todos aqueles que têm sido ferido pelos meus erros.
A diferença entre este retiro e o [retiro] sabático que fiz há 4 anos [2006] é que escrevi um livro durante este sabático (“Mandamentos de Jesus para o Mundo”). Em 30 anos, nunca deixei a paixão de ser produtivo publicamente. Neste retiro, tenho a intenção de deixar tudo. Não escreverei livros. Não haverá preparação de sermões ou pregações. Não escreverei nos blogs. Nem no Twitter. Não haverá artigos. Não haverá reportagens. Existe só uma exceção neste caso – o fim de semana dedicado à Conferência Nacional do Desiring God [Desejando Deus] com a inauguração do Bethlehem College and Seminary em outubro próximo. Noël pensou que eu devia manter três dos compromissos internacionais. Nossa motivação é que ela poderia acompanhar-me nisso, e se planejarmos bem, essas poderiam ser ocasiões especiais para refrigério juntos.
Os presbíteros designaram a um grupo que se mantenha em contato comigo e aos quais eu possa prestar contar durante este recesso. Eles são David Mathis, Jon Bloom, Tom Steller, Sam Crabtree, Jon Grano, Tim Held, Tony Campagna, e Kurt Elting-Ballard. Cinco deles caminharam junto de Noël e de mim pelos últimos 2 meses, ajudando-nos a discernir com sabedoria o alcance e a natureza deste retiro. Eles foram quem levaram a recomendação final aos demais presbíteros no dia 22 de março.
Pedi aos presbíteros que não me remunerassem durante o recesso. Não sinto que se deva pagar. Eu sei que estou causando mais trabalho para muitas pessoas, por isso peço desculpa a todo o grupo da liderança. Não só isso, mas outros também poderiam ter um tempo similar. Muitos dos homens e mulheres que trabalham não têm a liberdade de dar-se um recesso como esse. Os presbíteros não aceitaram o meu pedido [de não receber sustento]. Noël e eu estamos profundamente agradecidos por essa manifestação de amor. Estaremos buscando direção do Senhor para ver de que forma podemos retribuir à igreja este suporte financeiro que nos ofereceram para, de alguma maneira, aliviar a carga.
Pessoalmente, vejo esses próximos meses como uma espécie de recomeço do que espero que sejam os 5 anos mais humildes, felizes e frutíferos dos 35 anos que estamos em Bethlehem e dos 46 de casamento. Vocês podem me acompanhar em oração por esse propósito? E vocês podem permanecer junto a sua igreja (Bethlehem) com todas suas forças? Que Deus faça desses 8 meses os melhores que Bethlehem já tenha conhecido. Seria algo que Deus faria: o fazer as coisas mais extraordinárias do mundo quando não estiver aqui. “Assim que nem o que planta nem o que rega é algo, senão Deus que dá o crescimento.”(I Coríntios 3.7)
Eu amo vocês e prometo orar por vocês todos os dias.

Ministério - Um dos Maiores Ídolos do Cristianismo

24 de mai de 2010

Pentecostes - O Toque do Espírito

Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.
Nessa altura o apóstolo Pedro, ungido pelo Espírito do Senhor, pregou o evangelho verificando-se a conversão de três mil pessoas. Aí estavam as primícias de uma substancial colheita de preciosas almas para Cristo! A partir dessa data a palavra 'pentecoste' passou a ter outra significação para o Cristianismo. Passou a ser o símbolo do revestimento da Igreja com poder do Céu. A palavra significa plenitude do Espírito Santo na Igreja; na vida particular: poder para vencer o mal, desejo de santidade, sede de salvação, anseio de servir. Pentecoste quer dizer vida de Deus, vida abundante, tempestade de poder, manifestações sobrenaturais, guerra ao mal, fogo queimando o pecado e verdade fustigando a hipocrisia.
A necessidade primacial da Igreja é viver no espírito do Pentecostes. Multidões de crentes espiritualmente anêmicos carecem dessa plenitude divina; pregadores sem unção e poder necessitam de ser cheios do Espírito; comunidades cristãs, antes florescentes, estão desaparecendo num mundo cada vez mais materialista e indiferente.
Pentecostes é a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.
O Pentecostes é, portanto, a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

"O nosso mundo carece ser temperado por cristãos que sejam cheios do Espírito, guiados pelo Espírito e revestidos de poder pelo Espírito. O leitor é um cristão assim? Ou precisa que o Espírito Santo toque novamente a sua vida? Você necessita de um avivamento na sua própria vida? Pois saiba que Deus-Espírito quer conceder-lhe isso agora mesmo!" Billy Graham

Adaptado de: comshalom.org
portalevangelico.pt

19 de mai de 2010

6 de mai de 2010

A Vida não tem Reset


Uma das coisas que cresci fazendo e que ainda faço nos dias de hoje é dar “Reset” em jogos de computador. Dar um reset é começar o jogo novamente, a partir do ponto salvo anteriormente ou do início do jogo.

Nos nossos computadores temos um botão que faz isso, quando tudo trava, rapidamente apertamos o botão de reset e o computador reinicia.

Eu estava jogando vídeo-game com uns amigos da igreja e percebi algo simples, a vida não tem a opção de “reset”. Diferentemente dos jogos e do computador, a vida é um acumulo de experiências e conhecimentos, podemos mudar, mas não podemos apagar as informações e começar do zero.

Após ler um livro, ver um filme ou até mesmo depois de ler este post, você terá acumulado algo novo dentro de você, concordando ou não com o que está escrito. Após cada evento que ocorre em sua vida, você terá acumulado experiências novas.

Sabedoria é algo que está extremamente ligado as experiências de cada pessoa. Percebo que nos relatos bíblicos sobre os grandes homens de Deus, os sábios reis e profetas, mestres e etc., eles sempre foram pessoas que acumularam experiências ao longo da vida, até mesmo os jovens que encontramos na Bíblia, acumularam experiências andando com as pessoas certas e tendo uma boa relação com Deus. Josué estava sempre perto da tenda, José teve que aprender na adversidade a vencer as provações, Davi aprendeu muitas coisas cuidando das ovelhas que pertenciam ao pai dele.

Quando na vida aparecerem situações em que procuramos um reset, ou uma maneira fácil de esquecer alguma experiência, devemos lembrar que temos livre acesso a Deus, através de Jesus Cristo, que nos perdoa e permite que nós confessemos os nossos pecados para Ele.
Creio que seria muito simples, apenas darmos um reset e tudo voltar ao normal!!! E é simples, esse Reset acontece quando confessamos genuinamente nossos pecados a Cristo e nos arrependemos de coração, e o mais incrível... Ele nos perdoa e nos limpa, joga nossos pecados no mais profundo dos mares. E você? Tem feito esse "Reset" diariamente??

4 de mai de 2010

Igreja da Bunda Larga


Os Revolucionários da Igreja da Bunda Larga são como os espectadores dos jogos de futebol. Como um amigo escreveu:
*O espectador assiste o jogo…mas o jogador entra no jogo.
*O espectador critica a ação…mas o jogador cria a ação.
*O espectador prefere o conforto pessoal do seu assento…mas o jogador aceita as dores que acontecem entre as linhas brancas.
*O foco do espectador está nele mesmo…mas o foco do jogador está no alvo, no gol.
*O espectador é mole e fofo…mas o jogador é forte e definido.
*O espectador respeita o técnico…mas o jogador sangra por ele.
*O espectador tem orgulho de não ter faltado nenhum jogo…mas o jogador tem orgulho das vitórias que ele ajudou a ganhar.
*O espectador aplaude a vitóriamas o jogador saboreia ela.
*O espectador admira o troféu…mas o jogador o levanta no ar.
Em um jogo de futebol há 22 jogadores no campo precisando desesperadamente descansar, rodeado por 60.000 pessoas precisando desesperadamente de exercício. E isto não é somente verdadeiro no mundo do futebol, mas é também no mundo do cristianismo. Na maioria das igrejas hoje, conforto é o negócio, compromisso não é.”

Nós temos uma nova geração de “Revolucionários” de sofá nos nossos dias. Antes, tínhamos aqueles que só falavam mal da igreja por causa da religiosidade que lhes pesava no coração, hoje, temos os que falam mal dela por causa da falta das doutrinas verdadeiras e da palavra dentro deles.
Sei também que o sucesso de uns onde outros fracassaram faz dos cristãos verdadeiros um grande alvo para as massas “cristãs”.
A inveja e o orgulho próprio são umas das feridas mais terríveis e profundas da alma humana depois da queda de Adão.
Talvez sejam esses os motivos de muitas pessoas falarem mal das novas formas de manifestação das igrejas que dizem seguir a fé cristã segundo foi ensinada e vivida pelo Nosso Senhor e Salvador Jesus, o Cristo.
Bom, creio que para que algum ajuntamento de pessoas seja considerado uma reunião da igreja, é de extrema importância um Requisito, que foi ensinado pelo Mestre dos mestres:
“… onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Mt. 18:20
Independente do que as religiões e os pregadores digam, o que realmente faz a diferença em tudo e todos, é Cristo em nosso meio, já que sabemos que o Reino de Deus está dentro e entre nós.
É claro que Cristo não se faz presente só pelo fato de alguém estar citando o nome dele, ou por ter pessoas gritando:
“Jesus está aqui irmão!!!”
Se ele realmente estivesse nas igrejas em que se ouve esse tipo de coisa, nós já estaríamos bem mais parecidos com ele.
Infelizmente, muitos dos que se dizem cristãos não sabem nem no que crêem ou qual é a verdade que deveriam anunciar. Muitos dos que tem medo de evangelizar devem isso ao fato de não entenderem ou conhecerem aquilo que crêem. “Para agir certo é
necessário pensar certo”. Aprendi isso com um antigo mestre .

Quantos jovens e velhos que ocupam os bancos das igrejas, independente do rótulo que elas tenham, não tem a mínima noção daquilo que deveria estar sendo ensinado para eles? Muitos dos que julgam ser alguma coisa em Cristo hoje, na realidade não o são. A fé tem sido banalizada por alguns que se dizem “alternativos” ou “emergentes” e jogam fora as bases do Cristianismo. Não estou generalizando, pois sei que existem fiéis irmãos firmes nas convicções na Palavra. Você se lembra do “Sermão do Monte?
Jesus disse:
“Não pensem que vim abolir a lei ou os profetas: não vim abolir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.
Porque vos digo que, se a vossa justiça não for muito superior a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.”

A graça de Deus não consiste em viver sem Lei, mas sim, em estar através de Cristo, cumprindo-a. BASICAMENTE isso.
E nós? O que temos feito? Jogadores?? Meros espectadores??
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